sexta-feira, 13 de julho de 2018

ANDRADINA

ANDRADINA

São cento e oito anos... cento e oito passos,

Tantas estrelas bonitas;

Tantas sementes espalhadas,

Germinando no infinito.

Foi boa a tua lavoura,

Foi mais fecunda a colheita;

E tu, boa agricultora,

Incansável na labuta.

São cento e oito manhãs na historia,

Onde o teu vulto ficou;

Capitalizado na memória,

Deste coração saudoso.

Aqui estou te lembrando,

Pois jamais te esqueci;

Sou teu fruto, vento brando,

Sou um pouco da tua imagem.

O teu tempo aqui passou,

Hoje és luzes de amor;

Norteando os caminhos,

Deste coração navegador

  *J.L.BORGES

Nenhum comentário:

Postar um comentário