sexta-feira, 10 de abril de 2026

MOMENTOS DE AMOR E SAUDADE

*MOMENTOS DE AMOR E SAUDADE*  
_Romantismo à flor da pele_

Jorge Luis Borges do Brasil ®  
Ano 2026

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*ÍNDICE*

01 LIVRE  
02 A ABELHA E A FLOR  
03 A BELA DA TARDE  
04 A FALTA QUE VOCÊ ME FAZ  
05 À FLOR DO VENTO  
06 A MOÇA E O MARINHEIRO  
07 A MORTE DA ROSA  
08 A MULHER DE MEUS SONHOS  
09 A PEQUENA SEREIA  
10 A ROCHA E A VAGA  
11 A SEREIA  
12 ALMA GÊMEA  
13 FÊNIX  
14 VIDAS PARALELAS  
15 YARA  
16 A PROCURA DE TEUS CONTATOS  
17 ALEGRIA TRISTE  
18 AMOR, LOUCO AMOR  
19 AUSÊNCIA  
20 CACOS  
21 SUZI  

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*LIVRE*

Livre,  
Nasci como a brisa,  
Que as águas alisa;  
No meio do mar.

Livre,  
De braços abertos,  
E os olhos desertos,  
De tanto chorar.

Livre,  
Como uma estrela distante,  
Como o vento incessante;  
Como a luz do luar.

Livre,  
Como o espaço vazio,  
Como um dia sombrio;  
Como a chuva a chorar.

Livre,  
Como um doce tormento,  
Como um triste lamento;  
Como uma folha a rolar.

Livre,  
Como uma crença infinita,  
Como uma alma bendita;  
Como o sol a brilhar.

Livre,  
Pra você, meu amor,  
Pra você minha flor;  
Sou livre pra te amar.

_J.L.Borges do Brasil ®_

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*A ABELHA E A FLOR*

Teus lábios suaves me lembram o mel,  
O mel destas flores de um lindo jardim;  
Queria estar com você junto a mim,  
Menina tão linda, adorável e cruel.

Se eu sou uma abelha, você é a flor,  
A cor do desejo das minhas manhãs;  
Sabor de maçã, sabor de hortelã,  
São teus lábios garota, você é o amor.

O amor que nasceu e floresceu na esperança,  
De estar todo o dia contigo menina,  
Eu sei que o futuro acende essa sina,  
De que este amor ainda é criança.

Porém eu sei e tenho certeza,  
Que num dia bem próximo vai amadurecer;  
E eu, esta abelha, com você irei estar,  
E sentir a flor deste amor, sua beleza.

_J. L. Borges do Brasil ®_

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*A BELA DA TARDE*

Beijos eu te mando pelo vento,  
Meus abraços, meus momentos;  
Pensamentos de amor...

Ou quem sabe uma poesia,  
Te falando de meus dias,  
Quando falta teu calor...

Ah, amor, como te quero,  
Em meus sonhos te venero,  
Tal qual deusa encantada.

Vem amor, corra a meus braços,  
Sem você eu nada faço,  
Perambulo em doidas estradas.

És a bela que em minhas tardes,  
Mansamente vem e invade,  
Meu doído coração.

E seus beijos em poesia,  
Me aquecem em tardes frias,  
Como chamas de uma canção.

_J. L. Borges do Brasil ®_

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*A FALTA QUE VOCÊ ME FAZ*

Seu sorriso feminino,  
Muitas vezes se expandiu,  
Dentro do meu lento riso;  
O seu jeito de menina,  
Feito flor, feito perfume,  
Muitas vezes aqui floriu.

Seu olhar jovem de estrelas,  
Muitas vezes iluminou,  
Meu olhar louco pra tê-la;  
Que nunca mais te tocou,  
Pois seu olhar anda longe,  
Carregado de estrelas.

Sua voz rouca de ciúmes,  
Muitas vezes me embalou,  
Numa música nupcial;  
A sua língua de perfume,  
Muitas vezes me banhou,  
Como fonte de cristal.

O seu riso, o seu olhar,  
Sua voz, tudo se foi,  
O seu jeito de menina,  
O seu beijo nunca mais;  
Só agora eu percebi,  
A falta que você me faz.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*À FLOR DO VENTO*

Bote um sorriso nesta cara,  
Colorida de rouge e de batom;  
A vida é preciosa, é joia rara,  
Viver alegre com certeza é belo dom.

Jogue belas flores ao sabor do vento,  
E depois as recolha com carinho;  
É melhor viver bem estes momentos,  
Viver sim, para não ficar sozinha.

Por tanto tempo amor, te procurei,  
Que nem sei por quanto tempo,  
À luz do vento eu te procurava.

Mas percebo que eu te encontrei,  
Sim, te encontrei a flor do vento,  
Nas pétalas de amor que eu te jogava.

_J. L. Borges do Brasil ®_

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*A MOÇA E O MARINHEIRO*

As tulipas abriram suas flores,  
As janelas de par em par;  
A moça suspirou amores,  
O marinheiro no mar.

As pás de moinhos rangeram,  
Ao som do vento do norte;  
Os marinheiros correram,  
Tentaram fugir da morte.

E a moça lá na janela,  
Admirava as tulipas;  
Sorriso na face dela,  
Desesperança esquisita.

E o marinheiro distante,  
Contornou a tempestade;  
Trovões a todo instante,  
Naquele final de tarde.

_J. L. Borges do Brasil ®_

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*A MORTE DA ROSA*

Quando ele viu aquela rosa,  
A mais bela entre as flores;  
Toda alegre e toda prosa,  
Com seus trajes de mil cores.

Foi chegando de mansinho,  
Todo o dia em seu jardim;  
E lhe dando mil carinhos,  
Só por ela estava a fim.

Prometeu-lhe mil sorrisos,  
Prometeu-lhe o paraíso,  
Com ternura a convenceu.

Mas tirou o seu perfume,  
Suas cores, só por ciúme,  
Tirou tanto, ela morreu…

_J. L. Borges do Brasil ®_

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*A MULHER DE MEUS SONHOS*

Esta noite eu sonhei minha querida,  
Que estava fazendo amor com você;  
Mais de mil maneiras te amei minha vida,  
E eras fornalha a me aquecer.

O inverno que estava me atazanando,  
De repente tornou-se em um louco verão;  
Seus beijos meu corpo marcando,  
E eu me tornando um doce vulcão.

Não queria acordar, mas eu acordei,  
E quem estava a meu lado?  
Você, o amor que sempre sonhei,  
Nas noites de sonhos e amor encantado.

Encostei-me em seu corpo,  
Você suspirou, me chamou pelo nome:  
Senti seu calor, senti seu conforto,  
E me vi transformado em um novo homem,

Onde o que vale não são os sonhos de amor,  
Mas a presença daquela que tanto amamos;  
Devemos cuidá-la e dar mais valor,  
Pois ela é a mulher que necessitamos.

_J.L Borges do Brasil ®_

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*A PEQUENA SEREIA*

...E ela chegou mansamente,  
Suavemente me enfeitiçou;  
Fazendo meu coração estremecer,  
E agora, apaixonado por ela estou.

Senti sua ternura envolvente,  
Levitando em meu corpo, sedento de amor;  
E ao beijar sua boca macia,  
Senti o fogo, o seu terno calor.

Agora com ela, viajo em mares,  
Sou marinheiro, e ela minha sereia;  
Este mar é só dela, confesso,  
E esta paixão que a meu corpo incendeia.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*A ROCHA E A VAGA*

Te quero perdidamente na poeira deste olhar,  
Que sonha flores, campos e jardins;  
Te espero igual pássaro neste teu pomar,  
De faustos frutos, luzes e querubins.

É tudo lindo quando estou contigo,  
O vento... Nuvens... Céu ensolarado...  
Até sorrir, cantar até consigo,  
Entoando em ti, carente e apaixonado.

Mas esta paixão que sinto me apavora,  
Me dá vontade de fugir, sair voando;  
Este teu olhar de amor minha senhora,  
Em noites escuras é folha esvoaçando.

O meu querer é grande, igual ao teu,  
Paixão ardente que jamais acaba;  
Te quero amor, talvez bem mais que a Deus,  
Neste mar de desejo tu és a rocha, eu sou a vaga.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*A SEREIA*

...E a sereia chegou mansamente,  
Fazendo meu coração gemer de emoção;  
De paixão ao sentir sua ternura;  
A ventura de sentir-me envolvido,  
Ao beijar sua boca ardente.

Agora com ela estou,  
Sou titã, e ela a minha sereia;  
Me amando à luz do luar,  
Neste mar que é só dela  
Confesso...

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*ALMA GÊMEA*

Aonde quer que estejas,  
Aonde quer que vás,  
Meus pensamentos estão,  
Voltados só para ti.  
Fragrância da minha vida,  
Ternura e paixão;  
Aquela que mais quero,  
E nunca esqueci.

Quanto mais distante,  
Estou de ti minha vida;  
Mais me aproximo,  
E mais te quero, amor.  
Meus sonhos são todos teus,  
Oh! Bela mais querida;  
Candura da minha alma,  
Que acalma e dá calor.

Hoje estamos longe,  
Distantes estamos eu sei;  
Mas amanhã com certeza,  
Iremos nos encontrar,  
Não sei se nesta vida  
Ou talvez em outro tempo,  
Aonde os bons ventos,  
Em nós irão soprar.

Não adianta este destino,  
Menino arteiro e mau;  
Tentar nos separar  
Nos colocar noutros caminhos  
A nossa vida um dia,  
Irá se entrelaçar;  
E aí o nosso amor,  
Não dormirá sozinho.

Nossas almas apaixonadas,  
Serão uma alma só;  
Voltaremos aos primórdios,  
De nossa existência  
Unidos e ligados,  
No mesmo pensamento,  
Para isso só nos basta,  
Ter fé e ter paciência.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*FÊNIX*

Te vejo toda a noite,  
Em meus sonhos de pranto;  
Aonde o terno encanto,  
É sonhar sempre contigo.

Te beijo à voz do vento,  
O vento que te toca;  
Na dor que me provoca,  
E que me deixa triste.

Te afago em belos sonhos,  
Meus sonhos de agora;  
Aonde a alma implora,  
Não quer mais acordar.

Te quero em desespero,  
Tão perto da saudade;  
Tamanha eternidade,  
Na noite que aqui chega.

Te espero aqui sozinho,  
Na calma desta rua;  
Aonde a luz da lua,  
Reflete teu olhar.

Na dor deste destino,  
O amor nunca naufraga;  
Apenas é um menino,  
Brincando de dormir.

Na dor desta distância,  
O amor não morre nunca;  
Apenas adormece,  
Pra renascer de novo.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*VIDAS PARALELAS*

Eu aqui não te amei,  
Mas te amei em outros tempos;  
Com você viajei,  
Em outros doces momentos.

Aqui não te encontrei,  
Mas em meus pensamentos;  
Aqui não te beijei,  
Mas senti seus bons ventos.

Em meu viver paralelo,  
Lá está minha querida;  
Em choupanas, castelos,  
Lá está minha vida...

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*YARA*

Te quero refletida nos espelhos d’água,  
Nas águas que banham teu corpo lindo;  
Te quero levitando, mulher da minha vida,  
Nas águas cristalinas de um grande rio.

Talvez em alguma tarde eu vá te encontrar,  
E possa te pescar com calma e com vontade;  
Me afogar sem pressa em teu corpo lindo,  
De peixe e de gazela, teu corpo de mulher.

Em todos os rios eu vejo tua imagem,  
Me chamando... Me chamando,  
Mas nunca te encontro.

Estou enfeitiçado, preciso te encontrar,  
Senão eu morrerei sem nunca ter pescado,  
Um verdadeiro amor somente meu.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*A PROCURA DE TEUS CONTATOS*

Sou campo sem vaga-lumes,  
Em noites incertas e escuras;  
Na porta aberta à procura,  
De teus olhos, azuis lumes.

Sou pássaro na cumeeira  
Descansando nos telhados;  
Sou homem desesperado,  
Suspirando a vida inteira.

Assim caminho de fato,  
À procura de um lugar;  
Onde talvez possa sonhar  
Imaginar teus contatos.

Pois te perdi, me perdi,  
E agora ando sozinho;  
Murmurando teus carinhos,  
Beijos que não esqueci.

É assim que sou e que vou,  
Igual ave viajante;  
À procura dos instantes,  
Que a vida me negou.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*ALEGRIA TRISTE*

O sorriso que mostro, que triste ironia,  
Esconde as dores de meu coração.  
Muitas vezes canto fingindo alegria,  
Tentando disfarçar minha solidão.

É triste os momentos desta vida de festas,  
Que finjo gostar mas não satisfaz;  
Eu sinto as farpas e repinto nas frestas,  
As doídas e doidas fragrâncias da paz.

Não sinto alegria, tudo é fingimento,  
Inútil e útil pois não tenho remédio,  
Que cure a tristeza, que cure esta dor.

Se a vida é loucura, fugaz sentimento,  
Talvez eu consiga vencer este tédio,  
Encontrando quem sabe um novo amor.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*AMOR, LOUCO AMOR*

Eu estou aflito quando tu não brilhas em mim,  
Para me seduzir desse jeito estranho;  
Tu és linda podes acalmar minha fera  
No meio deste outono, esta janela,  
Onde a solidão nunca se queixa,  
E essa chama não esfria a ilusão.

Seus beijos na minha face parecem água,  
Na doce dor que aumenta nosso desejo.  
Como fera me vejo quando tu não está aqui  
Perdido e sem tua presença me sinto derrotado.

Eu não sei porque te quero tanto,  
Mas percebo que esse amor é pequeno  
Tal qual esta vontade que sinto agora;  
E se eu não puder te amar como sempre,  
Prefiro ir embora que ficar assim insano,  
Abraçando-te e brigando, contigo toda hora.

_J. L. Borges do Brasil ®_

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*AUSÊNCIA*

Eu sorrio com os olhos,  
E beijo com a pena;  
No silêncio ouço canções,  
Tua melodia serena.

Falando-me de paixões,  
Este amor que vale a pena;  
Na paz dos corações,  
Nesta alegria plena.

Porém meu sorriso é triste,  
E as lágrimas teimam em cair;  
Saudade da tua ausência,  
Cruel saudade a ferir.

Assim sorrio com os olhos,  
Beijo tua ausência com a pena;  
Fazendo estes tristes versos,  
Onde a ausência é meu dilema.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*CACOS*

O amor quando despedaça,  
Machuca como copo de cristal;  
Ou como vidro bruto,  
Fere nossa pele, a nossa mão.

É assim o amor,  
Quando em cacos;  
Dilacera a alma,  
E machuca o coração…

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*SUZI*

As tuas curvas e ruas,  
As tuas esquinas parecem,  
Contornos de Porto Alegre,  
A tua boca estrelada,  
Tua língua que me persegue,  
Parecem docas molhando,  
Os beijos de Porto Alegre.

Teus olhos, minha lanterna,  
O farol que me ilumina,  
Parecem noites sem luas,  
Escassas em Porto Alegre,  
Teu vento que beija leve,  
Meu corpo que te alucina,  
Parecem moinhos de ventos,  
Nos parques de Porto Alegre.

Não me canso das tuas nuas,  
Ruas onde caminhei,  
Teu labirinto encantado,  
Me lembra becos e praças,  
Os bares de Porto Alegre,  
E a graça do teu andar,  
Me lembra a rua da praia,  
Que nem ter praia consegue.

_J.L.Borges.do Brasil ®_

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*Sobre o autor*

Jorge Luis Borges Rodrigues  
Pseudônimo: Jorge Luis Borges do Brasil ®  
Poeta / Cronista / Contista  
Brasileiro  
Natural de Camaquã RS-Brasil  
Residente em Guaíba RS-Brasil  
Representante comercial  
AGEI (Associação Gaúcha dos Escritores Independentes)  
Academia Biblioteca Mundial de Letras y Poesias  

*Coletâneas publicadas:*  
Coletâneas da AGEI  
Voo Independente  
Cidade da Poesia (coletânea da Capocam)

*Contato:* jlborges_cia@hotmail.com

segunda-feira, 6 de abril de 2026

FELICIDADE PLENA


FELICIDADE PLENA 

A felicidade plena não existe, existe sim um somatório de pequenos bons momentos. 

*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/03

CÍRCULO VICIOSO


CÍRCULO VICIOSO

O mal ama o ruido, o ruido ama o caos, e os dois nos levam a loucura.

J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/03

BELA VIDA BELA

BELA VIDA BELA 

A Vida é bela, mas é amarga por natureza,cabe a nós adoça-la diariamente.

J.L.Borges.do Brasil ®

NOMES

NOMES 

Se eu fosse um medico e tivesse um casal de filhos os batizaria pelos nomes de diperona e estomasil, porém se eu fosse pescador os batizaria pelos nomes de tilapia e salmão, mas como eu sou um simples carpinteiro os batizei pelos nomes de araucaria e angelim.
Há algum mal nisso?

*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/04

domingo, 29 de março de 2026

A CIGARRA E A FORMIGA

A CIGARRA E A FORMIGA 

A cigarra vive cantando,
Enquanto a formiga trabalha;
O verão parte depressa,
Vem o inverno igual navalha.

A cigarra com frio lá fora 
Enquanto a formiga some;
E no frio deste longo inverno  
A cigarra morre de fome.

O inverno partiu depressa, 
Veio primavera e verão;
Novamente uma nova cigarra,
Afinando seu violão.

E a formiga trabalhando,
Enquanto a cigarra canta,
Esse elo não quebra nunca,
Cedo a formiga levanta.

J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/03

NOVO TEMPO

NOVO TEMPO

Ontem eram folhas verdes,
Na alegria das cores;
Um tapete de mil sonhos,
Borboletas, beija flores 

Hoje folhas amareladas,
Tudo é renovação;
Chega o outono vibrando, 
Parte o choroso verão. 

Ontem eram insetos, pássaros, 
Cortejando os longos dias;
E o tempo andva lento,
No gotejar da alegria.

Hoje o vento é frio, e a chuva,
Lambe as ruas e as calçadas;
Mas a vida continua,
Lentamente nesta estrada.

*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/03