terça-feira, 28 de abril de 2026

FÁBRICA DE ILUSÕES

FÁBRICA DE ILUSÕES

Nosso cérebro é uma fábrica de ilusões e nossos pensamentos materializam o que ele produz, tanto para o bem como para o mal.  
Embora sejamos senhores dos nossos pensamentos, podemos nos tornar seus escravos.  
E, neste contexto, devemos ficar atentos ao que pensamos, pois fabricamos o que pensamos.

*J.L.Borges.do Brasil ®

A CANETA


A CANETA

O mundo precisa de pessoas que descrevem e escrevem o amor e a paz no papel, usando a sua arma eficaz que é a caneta. 
Seja com tinta preta ou azul, não importa a cor, o que importa é o amor que dela é emanado.

*J.L.Borges.do Brasil ®

MEUS TRÊS AMIGOS

MEUS TRÊS AMIGOS

O tempo é amigo do vento,
O vento desenha nuvens,
Nos céus de meus pensamentos,
E a vida continua…

É nestes simples momentos,
Que percebo valer a pena,
Viver esta vida apenas,
Sem lapidar os lamentos.

Lamentar não vale a pena,
E sim cativar as nuvens,
Que bailam em meus pensamentos. 

E o vento? Jovem menino!
Ah! O vento é amigo do tempo,
E os dois do velho destino.

*J.L.Borges.do Brasil ®

SONHOS DE AMOR


SONHOS DE AMOR

Ponho-me a pensar,
Em sonhar com você;
Tentar lhe amar,
Sem me arrepender.

Transformo este sonho,
Em um quadro tão lindo,
Desenhos medonhos,
Fantásticos! Infindos!

Depois de algum tempo,
Acordo pensando,
Por breves momentos,
Neste sonho encantado.

Este sonho de amor 
Que partiu com o vento;
Me deixando febril, 
E apaixonado…

*J.L.Borges.do Brasil ®

terça-feira, 21 de abril de 2026

MEU BRASIL


MEU BRASIL

Meu Brasil e um país, 
Sem educação, 
Sem opinião,
E sem moral.

É um pais, pobre país 
Que anda cego, 
Na contramão, 
Da sua história.

Não tem memória o meu pais,
Sórdido reu, corrupto juiz, 
(Cobra sem quizo) 
A estender a mão. 

Pobre criança é o meu pais, 
Sem forma e norma,
Mas pra que forma 
Se é parca a mesa?

Quanta incerteza,
Aborto os planos,
No quarto ano,
A me enganar.

O futuro meu pobre irmão  
É bscuro e sem valia.
Também sem fatia.
Enfim: sem solução! 

*J. L. Borges do Brasil ®
Guaiba 2026/04

domingo, 19 de abril de 2026

O TRAVESSEIRO

O TRAVESSEIRO

Nos finais das madrugadas 
Quando o sono vai embora;
E nestas horas que converso,
Com o meu velho travesseiro.

Travesseiro ! Travesseiro !
Meu conselheiro de fato;
A ele revelo os fatos 
Da minha vida passageira.

Bom conselheiro que me ouve 
Sem resmungos, sem suspiros;
Falo a ele meus delirios,
Sonhos não realizados.

A madrugada se vai,
E vem o sol da manhã;
Esqueço o meu travesseiro, 
E pego a realidade pela mão. 

J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/04

sábado, 18 de abril de 2026

UM SONHO SURREAL


UM SONHO SURREAL  

Saí de Guaíba num dia qualquer, talvez em um domingo com cara de sábado.
Cheguei a Porto Alegre como se fosse pela primeira vez e larguei displicente o meu carro em uma rua qualquer.  
Entrei num grande prédio, tipo um centro comercial,estação rodoviária, estação de trem, tudo junto misturado.
Tinha restaurante a beira das escadas, jovens mulheres vendendo sonhos, crianças vendendo esperança e alguns velhos senhores vendendo experiencia, tinha elevadores panorâmicos mostrando janelas flutuando junto as nuves cor de papel, estes elevadores subiam e desciam num vai e vem frenético, a minha frente vi corredores que não tinham fim. 
Tinha de tudo, do imaginável ao inimaginável.
Na hora de voltar pra casa, me perdi, o prédio virou rotatória, rodava, rodava, e eu não achava a saída. 
Das janelas transparentes olhei para a rua, meu tinha carro sumido,cr assim fiquei preso naquele estranho prédio vendo ônibus, trens e carros passarem lá fora, correndo bolidamente por todas as direções indo a todos os lugares.
Falei com algumas pessoas. “Quem é você?”, perguntaram. Tive que assinar o nome pra provar que eu era eu.
Então o céu abriu. 
Nuvens brancas viraram um dragão espacial talvez e dele sauram uns seres estranhos e começaram a separar as crianças dos idosos “Experiência para cá, inocência para lá “ diziam aqueles seres estranhos,
Uns fugiram a 100 por hora, tentei fugir também, não consegui, meus passos tornaram-se passos de chumbo.
Me levaram pra uma escada caracol muito estreita, que subia sem fim, tentei escapulir. 
“Sobe andando ou sobe pendurado nestes ganchos”, disseram, que sensação horrível e impotente.  
Tentei levar minha mala, eles ão deixaram.  
Comecei a subir sem a minha bagagem.
O que tinha lá em cima eu não sei,porque acordei deste sonho surreal

*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba 2026/04