quinta-feira, 2 de agosto de 2018

AS BORBOLETAS

AS BORBOLETAS

Com a chegada do outono,
Melodia imposta ao vento;
A beijar tantos jardins,
As borboletas.

Dedicadas violetas,
Nos jardins de tantas praças;
Rosas frágeis e violentas,
A flutuar no azul do céu.

Sem tatuagens nos braços,
E sem pulseiras de pratas;
Do espaço jogam pétalas,
Brincam de eterno bailar.

Na voz difusa dos ventos,
Na voz confusa das flores;
Serão gnomos ou fadas,
Com sua orquestra de cores.
                             
*J.L.BORGES

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