TEATRO DA VIDA
Uma mão que acena veloz,
A outra mão descansada;
Um lamento à flor da voz,
Em outra cena, calada.
Viver à luz da saudade,
Raios, trovões ou clarão;
Canções que cantam verdades,
Outras que gemem ilusão.
São imensos os momentos,
De derrotas e vitórias;
Igual folha solta ao vento,
Redesenhando a história.
E o agora parte depressa,
Nem sequer deixa mensagens;
Nova cena recomeça,
Todos novos personagens.
*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba…2026/09
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