domingo, 13 de setembro de 2026

TEATRO DA VIDA


TEATRO DA VIDA

Uma mão que acena veloz,  
A outra mão descansada;  
Um lamento à flor da voz,  
Em outra cena, calada.

Viver à luz da saudade,  
Raios, trovões ou clarão;  
Canções que cantam verdades,  
Outras que gemem ilusão.

São imensos os momentos,  
De derrotas e vitórias;  
Igual folha solta ao vento,  
Redesenhando a história.

E o agora parte depressa,  
Nem sequer deixa mensagens;  
Nova cena recomeça,  
Todos novos personagens.

*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba…2026/09



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