A MORTE DO RIO DA MINHA JUVENTUDE
Antigamente eu via no rio da minha infância peixes nadando na placidez de suas águas. agora vejo é dejetos boiando na podridão de suas aguas.
Antigamente eu encontrava
a natureza em festa, pássaros multicoloridos cortejando as suas puras águas, e eu a sombra de frondosas árvores ficava as tardes a ouvir o canto dos passaros que me inspiravam a escreve meus versos, e as flores a dançavam a meu redor.
Hoje em dia eu encontro e o luto da natureza, sementes de tristeza plastificada em produtos industriais, que depois de saciada a ganância humana e jogado como se o rio fosse local de descarte, percebo a ausência do gorjear e do voar dos pássaros, enfim, o silêncio é absoluto e absurdo onde mora a solidão.
*J.L.Borges.do Brasil ®
Guaiba…02/2026
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