“NOSSO VIVER ESTRELAR”
Nada é eterno, nada…
As estrelas tambem morrem;
E na sua titânica pequenes,
São como frágeis bolhas,
De sabão neste universo.
Fico aqui me perguntado,
Onde estou, onde iremos,
No transcorrer do tempo,
No decorrer da vida,
No envolver do espaço?
Pergunto a mim, quem sabe a Deus:
Seremos pó das estrelas,
Oriundo de um berçário estrelar,
Ou apenas seremos fragmentos,
De ilusões, e nada mais?
Quem sabe sejamos ténues folhas,
Soltas nos ventos estrelares;
Pequenas moléculas neste sonho cósmico;
Esperando o momento certo,
De eclodir no infinito?
*J.L.BORGES
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