“AQUELA PORTA TRANCADA”
Velhos momentos de agora,
Mas que voltaram de novo;
Iguais a sóis de outrora,
Clareando os céus da manhã.
Novos momentos que batem,
Em minha porta trancada;
Com medo abro esta porta,
E te vejo, esperança amada.
Bela menina de agora,
Correndo livre em meus braços;
Carentes braços cansados,
Sentindo falta do amor.
Minha boxa toca sua boca,
Meu corpo toca seu corpo;
Aqueles tempos perdidos,
Com ela reencontrei.
Meus medos joguei pra fora,
Tornei-me forte de novo;
Graças a bela esperança,
Que bateu a minha porta.
*J.L.BORGES
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