ANJO ERRANTE
Na calada da noite,
O pecado provoca;
O anjo errante,
Que anda longe de casa.
Abro as asas pra noite,
E o inferno aparece;
Suas portas sugerem,
O inicio final.
Ouço gritos lá fora,
No alucinante noturno;
E os boêmios errantes,
Cambaleantes sucumbem.
Vejo a lua serpente,
No castelo assombrado;
E o anjo inocente,
Foge em busca de luz.
*J.L.BORGES
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