quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A ETERNA NOITE DE SÃO LOURENÇO

A ETERNA NOITE DE SÃO LOURENÇO

O cantar dos pirilampos,

Vaga-lumes que flutuam;

Do espaço jogam luzes,

Brincam de eterno luzir.

Sons na negra escuridão,

Ventos que batem em meu rosto;

Esvoaçar das corujas,

Com seu macabro cantar.

Silencio, muitos ruídos,

Sorrisos num quase nada;

Amor perdido num medo,

Um medo de se perder.

A musica etérea no ar,

A dançar, fadas, duendes;

Eu de gravata e paletó,

Perdido entre a multidão.

                    *J.L.BORGES

Nenhum comentário:

Postar um comentário