“TEMPESTADE SOCIAL”
O Brasil está preso ultimamente,
Dentro desta negra tempestade;
Mas uma luz surgirá mansamente,
E mostrará o caminho da verdade.
Os ratos estão abandonando,
Esta nau fragilizada,”abandonando aos montes”;
Ondas as fere, sem dó nem piedade,
Mas o farol ainda brilha no horizonte.
O navio jamais naufragará,
Diferentemente de “Castor e Polux”;
E os malditos ratos,
Para a nau não mais voltarão.
A tempestade irá passar,
E depois desta borrasca social;
Os bons ventos soprarão,
Na lavoura dos excluídos.
*J.L.BORGES
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