DIAS DE SÁBADO
Nos sábados tudo é fundamental,
Inviolável e despido de maldade;
Onde a ausência do metal;
Alimenta o requisito da saudade.
É nos sábados que eu vejo,
Seres expostos em um jardim;
De sonhos... Aventuras e desejos,
Desventuras perto do fim.
Só nos sábados é que o feixe,
Da tesão a flor da pele fica exposto;
Dá vontade de pescar-te doce peixe,
Bolinar-te a flor do rosto.
Nestes sábados a minha chama,
Te chama de demônio e bem querer;
E a paixão louca inflama,
Vou amar-te até viver.
*J.L.BORGES
Nenhum comentário:
Postar um comentário