terça-feira, 21 de novembro de 2017

COTIDIANO


COTIDIANO

Vem a brisa abrindo,
Os caminhos do vento;
Entre a chuva e o sol,
Do planeta momento.

E o tempo prossegue,
Gravando aqui melodias;
Fundo lento e real,
De alguma euforia.

Vem a luz das estrelas,
Iluminar o infinito;
Desejo da alma,
No sorriso bonito.

E a vida escoa,
Como gotas de água;
Nos caminhos do tempo,
Sem tristezas e sem magoas.

Na penumbra da alma,
Passo a passo na estrada;
Segue lento o cotidiano,
Desta vida lavada.

*J.L.BORGES

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