sexta-feira, 2 de março de 2018

HINO A LIBERDADE

HINO A LIBERDADE

Enquanto as primeiras luzes,

Anunciam o dia que chega;

E o silencio noturno,

Dá lugar a murmúrios e matizes.

Enquanto o orvalho beija,

As frágeis folhas adormecidas;

E pássaros entoam,

Hinos a jovem manhã.

Astronautas que chamamos,

De nuvens que flutuam;

Sobre a mãe terra,

A espera da semente.

A semente que chamamos,

Palavra liberdade;

Que o povo não conhece,

Mas sonha aprender.

Juntemo-nos a este povo,

E vamos labutar;

É belo o sacrifício,

Poder arar a terra.

Unidos seremos,

Eternos e invencíveis;

Afastaremos o jugo,

De nossos opressores.

Sejamos desde agora,

Guerreiros e professores;

Também agricultores,

Semeando a liberdade.

  *J.L.BORGES

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