HINO A LIBERDADE
Enquanto as primeiras luzes,
Anunciam o dia que chega;
E o silencio noturno,
Dá lugar a murmúrios e matizes.
Enquanto o orvalho beija,
As frágeis folhas adormecidas;
E pássaros entoam,
Hinos a jovem manhã.
Astronautas que chamamos,
De nuvens que flutuam;
Sobre a mãe terra,
A espera da semente.
A semente que chamamos,
Palavra liberdade;
Que o povo não conhece,
Mas sonha aprender.
Juntemo-nos a este povo,
E vamos labutar;
É belo o sacrifício,
Poder arar a terra.
Unidos seremos,
Eternos e invencíveis;
Afastaremos o jugo,
De nossos opressores.
Sejamos desde agora,
Guerreiros e professores;
Também agricultores,
Semeando a liberdade.
*J.L.BORGES
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