segunda-feira, 16 de abril de 2018

...E O MERCADO CHOROU

“... E O MERCADO CHOROU”

O mercado chorou,

Logo ele, eloqüente;

Tão bucólico e moderno;

Sonho desta minha gente.

Ele já foi palco d’água,

Magoas desta sociedade;

Um caudal de sonhos,

Dura realidade.

Hoje chora de novo,

Como antigamente;

Suas lagrimas são de fogo,

Não são lagrimas d enchente.

O mercado chorou,

Nesta noite chuvosa;

Onde o frio fez morada,

Noite indecorosa.

Tudo é transitório,

Nesta vida malvada;

E o mercado chorou,

Iluminou madrugadas.

*J.L.BORGES

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