OCASO
A onde o sol se por,
Teu rosto de maçã vejo,
Teu riso escasso e triste,
O onde a febre deste desejo,
De abraçar-te me faz pior.
A solidão por ti existe,
A tua ausência que persiste,
São as penas da minha dor,
Onde a frívola carência
De te tocar,
Me mata amor.
*J.L.BORGES
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