“BAKHITA”
(AFORTUNADA)
Meu caminho anda muito escuro,
Preciso tanto de uma lanterna;
Afortunada luz que eu procuro,
Para sair desta minha caverna.
Esta prisão que eu construi,
Com minha descrença e prepotencia;
És tu Bakhita que quero aqui,
Com tua crença e tua paciencia.
Na tua luz encontrarei a estrada,
Que irá tirar-me desta escuridão;
Vem, chega aqui doce santa amada,
Tem dó de mim, estenda a sua mão.
Pois sou menino, Santa Bakhita,
Na espera ansiosa da tua luz;
Tras junto a mim a sua paz bendita,
E tras consigo o meu Jesus.
*J.L.BORGES
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