segunda-feira, 16 de julho de 2018

TEMPESTADE SOCIAL

“TEMPESTADE SOCIAL”

O Brasil está preso ultimamente,

Dentro desta negra tempestade;

Mas uma luz surgirá mansamente,

E mostrará o caminho da verdade.

Os ratos estão abandonando,

Esta nau fragilizada,”abandonando aos montes”;

Ondas as fere, sem dó nem piedade,

Mas o farol ainda brilha no horizonte.

O navio jamais naufragará,

Diferentemente de “Castor e Polux”;

E os malditos ratos,

Para a nau não mais voltarão.

A tempestade irá passar,

E depois desta borrasca social;

Os bons ventos soprarão,

Na lavoura dos excluídos.

*J.L.BORGES

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