A PAZ
A paz que o justo alcança,
São sonhos de criança,
Num mundo encantado.
Lampejos infindáveis,
De risos insaciáveis,
Na voz da esperança.
São tantas melodias,
Canções que vem e calam,
A dor do dia a dia.
A paz, rara semente,
Germina flores raras,
Na alma desta gente.
O amor e a amizade,
São chaves do eterno,
Do simples, do fraterno.
São lumes no escuro,
Mostrando o paraíso,
E as portas do futuro.
*J.L.BORGES
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