terça-feira, 27 de março de 2018

FÊNIX

FÊNIX

Ontem eu estava decaído,

Nas portas do inferno;

Cercado de inimigos,

Distraídos neste inverno.

Nestas noites de horrores depravados,

Minha paz estava longe, e a esperança;

Só vivendo de migalhas do passado,

Só vivendo de escombros de lembranças.

Eu era ontem um monstro vivo,

Maculado e sem memória;

Vivendo uma vida esquecido,

Um desconhecido nas paginas da historia.

Mas hoje renasceu minha primavera,

Renasci das cinzas e agora;

Sou raça, sou sangue, sou fera,

Que ama e que sonha a qualquer hora.

Sou a marca da alma tricolor,

Nas plagas azuis da emoção;

Minha epopéia é esta historia de valor,

Marcada com suor, sangue e paixão.

 *J.L.BORGES

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