quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

CIDADE

CIDADE

A montanha esguia e silenciosa,

Circunda com intensidade;

As praças e avenidas,

Desta jovem cidade.

O rio esquiva-se entre as entranhas,

Destas montanhas, e adormece no lago;

Enquanto isso o gaúcho viajante,

Dedilha seu violão e sorve o bom amargo.

Ao fundo vulcão milenares,

Castigado pelo vento minuano;

Admirado na boemia de tantos bares,

Um acolá, outros aqui.

E na esquina chorosa,

Desta noite cidade;

Vejo esta mocidade,

Suspirando de amor por ti.

 *J.L.BORGES

Nenhum comentário:

Postar um comentário